A desigualdade social é obra do homem, não de Deus, e manifesta-se pelo egoísmo e orgulho que predominam nas ações humanas. Ela constitui um testemunho da reencarnação, através da qual os espíritos encontram posições definidas para regeneração, resgate, expiação ou prova, sendo as condições de pobreza e riqueza ligadas a sagrados deveres e responsabilidades.
Embora visível na vida planetária, sob a ótica do conjunto da vida do Espírito, tais desigualdades se somem, pois Deus concede a todos parte igual. Sua gradual extinção ocorrerá com a iluminação espiritual e a prática da lei de Deus, quando o egoísmo e o orgulho deixarem de predominar, restando apenas a desigualdade do merecimento.