Vínculos de antipatia e aversão inata, os laços de desafeto são frequentemente observados em relações familiares consanguíneas, como entre pais e filhos ou irmãos. Originam-se de interações passadas onde houve prejuízo ou violação de almas, manifestando-se como ódio, ciúme, inveja, despeito ou desprezo.
A lei da reencarnação os estabelece como laços redentores, reunindo agressores e vítimas para a restauração e o resgate de débitos pretéritos. Permitem que a justiça atue "dentro de casa", não se confundindo com os verdadeiros vínculos de família, que se baseiam na simpatia e comunhão de ideias.