É a faculdade que permite ao Espírito, tanto desencarnado quanto encarnado, escolher suas ações e decidir entre o bem e o mal. Não há fatalidade que leve o ser ao mal, nem atos previamente determinados, pois ele é sempre livre de agir ou não, mesmo diante de circunstâncias ou predisposições instintivas, bastando a vontade de resistir.
Essa liberdade, embora relativa, torna o indivíduo responsável por seus atos, participando na estruturação do próprio destino. O livre-arbítrio coexiste com o determinismo na vida, desenvolvendo-se com as faculdades do ser.