É a faculdade inerente a toda criatura humana, presente como valores mediúnicos cultiváveis, mas que nem sempre é reconhecida como tal. Diferencia-se dos fenômenos mediúnicos suscetíveis de identificação a cada passo, inclusive nos problemas da obsessão, pois a pessoa geralmente só se diz médium quando vinculada a processos mais evidentes, como perturbações ou assédios.
Manifesta-se em ações construtivas e sutis, como o dom de curar pelo simples toque, olhar ou gesto, sem o concurso de medicação, ou na produção espontânea de fenômenos sem a intervenção da própria vontade, muitas vezes à revelia do indivíduo, caracterizando os médiuns naturais ou inconscientes.