É a aceitação serena e consciente dos desígnios divinos e das circunstâncias inevitáveis, sem inconformação ou rebeldia. Implica decisão para reconstruir o bem, suportando corajosamente as provações e cumprindo o dever com humildade e paciência.
Não se confunde com ociosidade, apassivamento ou desistência da luta. Pelo contrário, é uma forma de resistência ativa contra o mal removível, exigindo trabalho, serviço e devotamento. A resignação verdadeira, exemplificada por Jesus, é a paz da consciência pura que impulsiona à ação e à permanência fiel no serviço ao próximo.